Proximidade, Agilidade e Conveniência! O que esperar das lojas do futuro.

Proximidade, Agilidade e Conveniência! O que esperar das lojas do futuro.

Fazer compras online é bom, mas ir até uma loja para tomar a decisão certa, às vezes, é fundamental. Não por acaso, embora as vendas virtuais estejam em alta, mais de 40% dos clientes ainda dão preferência absoluta à possibilidade de ver e tocar uma mercadoria antes de comprá-la. Além disso, cerca de um terço dos consumidores afirma que não quer esperar — e, por isso, prefere ir até um ponto de venda físico para comprar produtos, comidas e bebidas sem demora.

O fato é que estamos diante de uma era de desejos conflitantes, com clientes demandando novos modelos de atendimento dos varejistas e comerciantes de um modo geral. De um lado, a conveniência de fazer pedidos sem sair de casa; do outro, a experiência prática das lojas. Sendo assim, é hora de pensarmos em como podemos juntar o melhor desses dois mundos, trazendo a tecnologia digital e a capacidade de personalização das lojas tradicionais para atender de modo completo as necessidades dos clientes.

Mudança de padrões

Vale destacar que estudos indicam que, em um futuro próximo, teremos consumidores mais velhos, menos ricos, que viverão em residências menores e que terão mobilidade restrita. Ao mesmo tempo, a população mais jovem e que vive em áreas urbanas prefere um estilo de vida mais sociável, rápido e baseado em experiências. Saber combinar essas tendências é, portanto, uma tarefa complexa.

Uma das estratégias adotadas pelos varejistas é a criação de lojas pequenas, localizadas em áreas densamente povoadas. Elas visam oferecer experiências mais convenientes, produtos selecionados e atendimento mais rápido e sem atritos para as frequentes visitas de consumidores para compras de dia a dia.

Físico + online

Por exemplo: a Target, uma das mais importantes lojas de departamento dos Estados Unidos, tem adotado essa estratégia, integrando as jornadas online e física dos clientes trabalhadas de forma inteligente. A rede norte-americana investiu na evolução de seu modelo de negócios, testando soluções que incluíram a implementação de lojas menores, pedidos online com opção de retirada na unidade física, entregas por drones e até uso de robôs em seus pontos de venda. Já são cerca de 100 lojas nesse modelo, com recursos que estão se tornando seu maior trunfo na concorrência com os e-commerces como a Amazon.

Podemos dizer que os consumidores de hoje procuram conceitos de varejo que ofereçam proximidade, velocidade e conveniência. O valor agregado de uma loja no formato “conveniência”, ou c-store como vem sendo chamado esse modelo, está na facilidade de acesso e na disposição de produtos selecionados, o que permite atender a demanda por agilidade cada vez mais pedida pelos clientes. Isso enfatiza a necessidade de as lojas terem operações inovadoras, que sejam eficientes, flexíveis e acessíveis – da entrada do cliente na loja até a conclusão de seu pagamento.

Fim das filas

Isso porque, para a maioria dos consumidores, fazer compras com eficiência significa gastar menos tempo na fila. Pesquisas mostram que, em média, os clientes gastam 31% do tempo em uma loja esperando na fila para pagar. Isso é muito mais do que um simples inconveniente — essa demora pode ter um grande impacto negativo nas receitas, pois não é raro que as pessoas desistam de esperar e escolham outras opções na concorrência. Quase metade dos clientes afirma que a facilidade para entrar e sair da loja determina onde eles farão suas compras. Eles também indicam que a flexibilidade nas opções de pagamento é fundamental para que eles decidam onde comprar.

Self-checkout

Um elemento chave para tornar as c-stores mais convenientes é adicionar a opção de self-checkout (SCO) ao lado da estação de pagamento tradicional. Levantamentos internacionais apontam que a combinação de SCO com self-service, por exemplo, aumenta o total gasto pelos clientes em até 30%.

O varejo avança a passos largos em direção à uma realidade cada vez mais tecnológica para os clientes e lucrativa para as empresas. Escolhendo os melhores parceiros para desenvolver soluções customizadas para as necessidades de seu negócio, é possível driblar os desafios de aumentar a velocidade e a conveniência das lojas — tornando a companhia em uma vencedora no dinâmico cenário de varejo de hoje.

Dá pra Fazer Publicidade em Marketplace?!

Dá pra Fazer Publicidade em Marketplace?!

O mercado do e-commerce é dinâmico ao extremo, novidades surgem a cada dia facilitando a vida de quem quer comprar e também de quem quer vender. Há alguns anos era mais difícil uma loja virtual ser aceita em um canal de venda. Um número restrito de pessoas estava com seus produtos à venda e hoje esse cenário se transformou, tornando-se mais democrático e com chances de boas vendas à todos que se fazerem valer de boas estratégias.

Anunciar em marketplace está se tornando um movimento natural, pois gera maior visibilidade aos produtos vendidos, deixando o anúncio posicionado nas primeiras páginas de busca.

Por isso a publicidade é algo importante, e talvez o seller não terá escolha a não ser competir em mais essa modalidade. O vendedor aproveita o tráfego que o marketplace já traz para o seu negócio, e serve como um complemento para suas estratégias de venda.

Dicas para quem começar a anunciar em publicidade nos marketlaces:

  1. Não adianta anunciar todo o seu mix de produtos, pois para isso teria que ter um orçamento muito grande, e também uma capacidade de ser exibido muitas vezes — e nem sempre é a realidade. Vale escolher os produtos, filtrar baseado em fatores como o objetivo da campanha: posicionar um produto, ou vender exatamente o que é o carro chefe da sua loja. A consequência é o produto ganhar relevância e continuar vendendo bem mesmo após a publicidade paga.
  2. É fundamental conhecer os produtos que vai anunciar e apostar na sua estratégia de venda. Também vale dar tempo para a campanha performar pois não será nos primeiros dias. Muitas vezes o vendedor acha que não está saindo do lugar, mas é importante testar a curva de vendas de cada anúncio. O anúncio que tiver mais conversão aparece mais visível para o comprador.
  3. Em uma categoria muito disputada, é importante manter o investimento em publicidade, pois caso contrário ele perde relevância. No caso de produtos novos, é importante atentar para que os títulos dos produtos sejam coerentes nas pesquisas de busca.
  4. Vale também estudar a estratégia do começo ao fim da ação de marketing. Não caia no erro de fazer os preços conforme o concorrente, pois cada loja tem a sua realidade e pode resultar prejuízos para a operação. Outra dica é mudar a precificação, colocando um percentual sobre o faturamento total do canal, para investir em marketing. Dentro de cada mês pode ir oscilando os valores para poder testar em diferentes canais.
  5. Passo a passo: sempre é um exercício de observação, em que dá certo e onde não dá resultados:
  • criar a campanha;
  • colocar pra rodar;
  • acompanhar diariamente (e depois analisar periodicamente – semanal ou quinzenal).

Também é importante se o anúncio está tendo boas impressões mas não tem cliques. Isso pode ser sinal que as fotos podem não estar chamativas o suficiente. Quando tem muitos cliques, mas tem poucas vendas, é importante ver se o frete está muito caro e direcionar o anúncio para regiões que o frete não seja tão caro.

É preciso ser atento com estratégias diferentes para cada marketplace, pois cada canal de venda, funciona de uma forma diferente.

Mudança de Plataforma: Cuidados para Uma Migração de Dados Eficiente

Mudança de Plataforma: Cuidados para Uma Migração de Dados Eficiente

Instabilidade, baixa conversão, difícil interação com o consumidor e layout engessado: esses são alguns dos principais fatores que fazem os lojistas virtuais optarem pela troca da plataforma de e-commerce.

Ou seja, essa necessidade ocorre a partir do momento em que o empreendedor entende que a plataforma utilizada não atende mais às necessidades fundamentais da loja, e isso é ocasionado, principalmente, pelo crescimento da empresa, pelas novas exigências dos consumidores e pelas novidades do mercado online que nos cercam diariamente.

Contudo, a troca de plataforma envolve diversos processos que precisam ser feitos de forma cuidadosa para um resultado positivo, como: escolha da nova plataforma, registro de domínio, migração de certificado de segurança, cuidados com SEO e o sistema de logística, testes, backup e a migração de dados, o foco deste texto.

A migração de dados corresponde a todas as informações de produtos, clientes e pedidos, ou seja, todos os dados importantes do e-commerce que serão, na troca de plataforma, transferidos para o novo serviço contratado. Por serem dados extremamente importantes para o lojista, esse processo de migração necessita de muito cuidado e atenção.

O que fazer para ter uma migração de dados eficiente?

Primeiramente, você precisa entender que qualquer atividade a ser realizada requer um bom planejamento, como base e direcionamento dos processos que serão realizados. Como a migração de dados é uma tarefa complexa, que necessita de um conhecimento profundo, é primordial planejar toda essa etapa de mudança, pois é uma ação que pode apresentar falhas.

Por essa razão, um bom planejamento deve conter todas as etapas a serem seguidas, as ferramentas que serão utilizadas e se haverá a ajuda de profissionais experientes. Além disso, é preciso definir, nesse momento, quais serão as estratégias aplicadas. É importante que você saiba que essas estratégias precisam ser sólidas, pois são elas que te farão entender, por completo, cada etapa do processo.

Por isso, o planejamento e a definição das estratégias devem responder, basicamente, aos seguintes questionamentos: como será o escopo do processo de migração? Como esse processo será executado? Quais estratégias serão utilizadas? Quais serão as tecnologias e metodologias envolvidas no processo? Quais são os riscos da migração? Atenção total aqui!

Aliada ao planejamento e à definição das estratégias, a documentação também é um processo indispensável na migração de dados. É nela que ficará detalhada, de forma bem clara, o que será ou não migrado, como ocorrerá, o motivo de escolher determinada estratégia, quais serão as condições, qual a razão da migração, quanto tempo levará todo o processo e quais são os principais riscos. Caso haja dúvidas ou contestações, é a documentação que solucionará qualquer questionamento.

Outra atitude fundamental na migração de dados é fazer um backup de todas as informações antes que a mudança de plataforma ocorra. Escolha um espaço de confiança e mantenha os dados bem guardados, mesmo após a migração ter acontecido. Nós sabemos que imprevistos podem acontecer a qualquer momento e, por essa razão, é melhor você estar bem preparado e não correr nenhum risco!

Após todos esses processos, é a hora de fazer o teste. Você precisa testar, testar e testar todas as funcionalidades da nova plataforma escolhida antes de fazer a migração. Lembre-se de que essa atitude deve fazer parte de qualquer processo de mudança e, principalmente, na troca de plataforma e migração de dados.

Agora, se a migração já foi realizada, não se esqueça de testar novamente a nova plataforma para verificar se todos os dados foram transferidos corretamente e se tudo está funcionando da melhor maneira. O principal objetivo dos testes é, justamente, evitar futuros imprevistos que podem comprometer as ações e as vendas do seu e-commerce.

Coloque em prática!

Essas são as cinco atitudes essenciais (planejamento, definição das estratégias, documentação, testes e backup) para que você tenha um processo de migração de dados eficiente. Mas a etapa mais importante de todas é a execução de cada uma delas – caso contrário, isso tudo irá te levar a lugar nenhum. Então, não se esqueça de colocá-las em prática antes de qualquer mudança, afinal, é o futuro do seu e-commerce que está em jogo, e eu tenho certeza de que você não quer prejudicar o seu empreendimento e a experiência de compra dos seus consumidores.